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Eduardo, pelas boas exibições que realizou neste mundial, tinha razões acrescidas para o desapontamento ou frustração, mas temos de reconhecer que a Espanha acabou por ser mais forte.
Carlos Queiroz está debaixo de fogo porque se questiona a sua estratégia. Mas se tivesse resultado, como no jogo contra a Coreia do Norte, seria bestial. Mas as vuvuzelas vão calar-se... Eu simpatizo com o Carlos Queiroz e não percebo, nem tenho pretensões de perceber, de estratégia futebolística...
Quarta-feira, Junho 30, 2010
As vuvuzelas calar-se-são
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Deixe uma acha para a fogueira ou um contra fogo...1 até agora
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Terça-feira, Junho 29, 2010
Meu olhar sobre a Índia (28)
Um auto rickshaw nas ruas de Delhi, Índia. Conhecido como tuk-tuk, é um meio de transporte motorizado, com três rodas, muito comum na Índia urbana. Estão por todo o lado.
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Insignificantes e irritantes 1

Ainda não se descobriu uma forma de evitar que os auscultadores de telémovel deixassem de se emaranhar (auscultador direito com o esquerdo e o resto do cabo) sempre que os utilizamos, levando tempo e paciência para os desenredar, sobretudo se for no carro, o telefone tocar e não ter os auscultadores postos.
Esta é uma daquelas coisas insignificantes, mas irritantes.
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Blue Marlin no Jardim do Mar
O peixe de 383 quilogramas atraiu a curiosidade no Jardim do Mar
Como deu conta o Diário de ontem «num espaço de três semanas, a embarcação 'Jenita' - sediada no Porto de Recreio da Calheta - regista já duas capturas de outros tantos Blue Marlins. No passado sábado à tarde, Franciso Sardinha proprietário do barco, [natural e residente no Jardim do Mar] voltou a fisgar um magnifico exemplar de 383 quilogramas, o maior peixe a dar entrada esta temporada no porto da zona Oeste da Região.»
Francisco Sardinha, como refere e notícia, sublinhou que «"a intenção nunca foi matá-lo. O bicho afogou-se antes mesmo de chegar a bordo", justificou o pescador que se mostra sensibilizado para a importância de marcar e soltar os Blue Marlin.»
Como deu conta o Diário de ontem «num espaço de três semanas, a embarcação 'Jenita' - sediada no Porto de Recreio da Calheta - regista já duas capturas de outros tantos Blue Marlins. No passado sábado à tarde, Franciso Sardinha proprietário do barco, [natural e residente no Jardim do Mar] voltou a fisgar um magnifico exemplar de 383 quilogramas, o maior peixe a dar entrada esta temporada no porto da zona Oeste da Região.»
Francisco Sardinha, como refere e notícia, sublinhou que «"a intenção nunca foi matá-lo. O bicho afogou-se antes mesmo de chegar a bordo", justificou o pescador que se mostra sensibilizado para a importância de marcar e soltar os Blue Marlin.»
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Segunda-feira, Junho 28, 2010
Meu olhar sobre a Índia (27)
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Quarta-feira, Junho 23, 2010
Meu olhar sobre a Índia (26)
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Terça-feira, Junho 22, 2010
Meu olhar sobre a Índia (25)

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Saramago (2)
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Segunda-feira, Junho 21, 2010
Meu olhar sobre a Índia (24)
Acto de purificação nas águas do Ganges, em Rishikesh. Há locais em que existem umas correntes para as pessoas se segurarem e evitar que sejam levadas pela corrente do famoso rio.
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Deixem-nos trabalhar
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No post Entenderão a linguagem da paz? apelámos a que deixassem Carlos Queiroz trabalhar e ajustassem contas com o homem no final da campanha da equipa portuguesa.
O resultado de hoje, com resultado expressivo acompanhado de uma irrepreensível exibição, prova que há condições para alcançar vitórias. Por isso, deixemos a equipa trabalhar sem pressões. Corram melhor ou pior os próximos jogos.
No post Entenderão a linguagem da paz? apelámos a que deixassem Carlos Queiroz trabalhar e ajustassem contas com o homem no final da campanha da equipa portuguesa.
O resultado de hoje, com resultado expressivo acompanhado de uma irrepreensível exibição, prova que há condições para alcançar vitórias. Por isso, deixemos a equipa trabalhar sem pressões. Corram melhor ou pior os próximos jogos.
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Domingo, Junho 20, 2010
Gonjasufi, para evitar idas à farmácia
Gonjasufi
"I just hope this record [A Sufi And A Killer] reaches people at the point when they're one foot out the window and looking down and that song comes on through the speakers and they pull their foot back through the windows and say "wait a minute - let me re-evaluate the situation..". If anything I would pray that people find the ability to find themselves in the music." Gonjasufi
Ouvir:
She's Gone
Change
Ancestors
Cowboyz & Indians
Holidays
Kobwebs
Sheep
Advice
Made
"I just hope this record [A Sufi And A Killer] reaches people at the point when they're one foot out the window and looking down and that song comes on through the speakers and they pull their foot back through the windows and say "wait a minute - let me re-evaluate the situation..". If anything I would pray that people find the ability to find themselves in the music." Gonjasufi
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Solta o teu animal... social... sexual... o que for
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Meu olhar sobre a Índia (23)
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Sábado, Junho 19, 2010
Saramago
O adeus a um grande vulto da cultura portuguesa
fotogaleria Público
«Escrevemos porque não queremos morrer», disse Saramago a uma entrevista do Diário, em 1994.
A luta contra a morte e pela permanência é o que norteia, de forma explícita ou implícita, as acções do ser humano.
O resto é a luta pela felicidade e bem-estar diários, em busca de estonteamentos ou escapes que nos façam suportar melhor uma realidade contígua à morte: a fragilidade ou precariedade da própria vida.
Uns rezam, outros bebem, outros escrevem, outros vêem futebol, outros ouvem música, outros lutam por causas, outros lutam por poder, outros amealham dinheiro, outros têm filhos, outros fazem sexo como se a vida fosse acabar amanhã, entre outros estonteamentos. Alguns, mais emocionais ou sensíveis ou conscientes, precisam de vários estonteamentos...
Disse então Saramago, ao jornal já citado: «Creio que a grande questão humana é, de facto, a morte. O que está antes disso pode ser vivido de uma maneira a que chamamos feliz ou infeliz. Nós enchemos a vida (embora nem sempre) com sentimentos, situações, emoções, paixões, ódios... tudo isso com que se faz a matéria romanesca. No fundo, as situações de ficção não são muitas (...) Mas a vida, que não sabemos exactamente o que seja, é a grande questão. E passa-se num planeta que não sabemos para que serve, e que está num sítio qualquer do espaço, num universo com uma dimensão que não podemos sequer imaginar. É esta insignificância que somos, porque de facto é isso que somos, seres insignificantes, seres de vida curta, durante a qual, se procura, se se é escritor, colocar a si próprio e ao leitor todas as questões que resultam de sermos precários e termos consciência disso. No fundo, o que é escrever? (...) Eu disse um dia, e durante algum tempo repeti (...): 'Nós escrevemos porque não queremos morrer. É o desejo de que aquilo que se faz dure mais do que nós próprios. (...) até os simples pais e mães de família, que deixam filhos, exprimem esse desejo de permanecer».
No Diário pode ler-se ainda: Saramago admitia então existir «muito de existencialismo no meu trabalho. Não como filosofia, mas como atitude de vida». O que o interessava, acima de tudo, era «a pessoa (...) como parte de uma sociedade». Tal como admitia uma certa religiosidade, apesar da forma iconoclasta como reagia às religiões organizadas. Isto, «no sentido etimológico da palavra, no sentido original (...), da ligação ao Cosmos, embora eu não goste de grandes palavras, desse tipo de retórica». Estava muito consciente da relatividade dos conceitos do Bem e do Mal , e do modo como a vida das pessoas é feita «de fraquezas e debilidades». Mas mantinha um sentido moral que o guiava rumo à relação humana.
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«Escrevemos porque não queremos morrer», disse Saramago a uma entrevista do Diário, em 1994.
A luta contra a morte e pela permanência é o que norteia, de forma explícita ou implícita, as acções do ser humano.
O resto é a luta pela felicidade e bem-estar diários, em busca de estonteamentos ou escapes que nos façam suportar melhor uma realidade contígua à morte: a fragilidade ou precariedade da própria vida.
Uns rezam, outros bebem, outros escrevem, outros vêem futebol, outros ouvem música, outros lutam por causas, outros lutam por poder, outros amealham dinheiro, outros têm filhos, outros fazem sexo como se a vida fosse acabar amanhã, entre outros estonteamentos. Alguns, mais emocionais ou sensíveis ou conscientes, precisam de vários estonteamentos...
Disse então Saramago, ao jornal já citado: «Creio que a grande questão humana é, de facto, a morte. O que está antes disso pode ser vivido de uma maneira a que chamamos feliz ou infeliz. Nós enchemos a vida (embora nem sempre) com sentimentos, situações, emoções, paixões, ódios... tudo isso com que se faz a matéria romanesca. No fundo, as situações de ficção não são muitas (...) Mas a vida, que não sabemos exactamente o que seja, é a grande questão. E passa-se num planeta que não sabemos para que serve, e que está num sítio qualquer do espaço, num universo com uma dimensão que não podemos sequer imaginar. É esta insignificância que somos, porque de facto é isso que somos, seres insignificantes, seres de vida curta, durante a qual, se procura, se se é escritor, colocar a si próprio e ao leitor todas as questões que resultam de sermos precários e termos consciência disso. No fundo, o que é escrever? (...) Eu disse um dia, e durante algum tempo repeti (...): 'Nós escrevemos porque não queremos morrer. É o desejo de que aquilo que se faz dure mais do que nós próprios. (...) até os simples pais e mães de família, que deixam filhos, exprimem esse desejo de permanecer».
No Diário pode ler-se ainda: Saramago admitia então existir «muito de existencialismo no meu trabalho. Não como filosofia, mas como atitude de vida». O que o interessava, acima de tudo, era «a pessoa (...) como parte de uma sociedade». Tal como admitia uma certa religiosidade, apesar da forma iconoclasta como reagia às religiões organizadas. Isto, «no sentido etimológico da palavra, no sentido original (...), da ligação ao Cosmos, embora eu não goste de grandes palavras, desse tipo de retórica». Estava muito consciente da relatividade dos conceitos do Bem e do Mal , e do modo como a vida das pessoas é feita «de fraquezas e debilidades». Mas mantinha um sentido moral que o guiava rumo à relação humana.
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Sexta-feira, Junho 18, 2010
Meu olhar sobre a Índia (22)
As vaquinhas são sagradas lá na Índia e deambulam livremente pelas ruas. Neste caso numa rua de Rishikesh.
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Quarta-feira, Junho 16, 2010
Entenderão a linguagem da paz? (2)
Deixem o homem trabalhar e ajustem contas, se é sangue que querem, depois de Portugal acabar a sua campanha na África do Sul
picture origin
Reconheça-se que o seleccionador nacional não tem tido vida fácil, desde o início da sua tarefa. Ainda por cima, os primeiros jogos da qualificação para o Mundial da África do Sul correram mal e tudo caiu em cima de Carlos Queiroz.
No texto Entenderão a linguagem da paz? (1) já tínhamos salientado a natureza da liderança do actual seleccionador nacional e feito o seguinte comentário:
«Por mais que Carlos Queiroz tenha razão, a sua postura elevada e de não-violência terá mais frutos numa cultura como a inglesa, onde trabalhou muito tempo no Manchester, do que numa cultura latina como a portuguesa, em que as pessoas não se fazem ouvir pela força da razão do argumento mas pelo volume do berro, em que as pessoas não sabem mover-se em espaços de liberdade e responsabilidade, são incapazes de comportamento auto-determinado e precisam de um ditador a controlar e a dar ordens.»
Aqui precisa de gritar para se fazer entender e precisa de intimidar para dizer o que é preciso fazer...
Carlos Queiroz esteve sempre debaixo de fogo, alvo de uma hostilidade que tem prejudicado o seu desempenho. Deixem o homem trabalhar e depois crucifiquem-no. Depois.
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Reconheça-se que o seleccionador nacional não tem tido vida fácil, desde o início da sua tarefa. Ainda por cima, os primeiros jogos da qualificação para o Mundial da África do Sul correram mal e tudo caiu em cima de Carlos Queiroz.
No texto Entenderão a linguagem da paz? (1) já tínhamos salientado a natureza da liderança do actual seleccionador nacional e feito o seguinte comentário:
«Por mais que Carlos Queiroz tenha razão, a sua postura elevada e de não-violência terá mais frutos numa cultura como a inglesa, onde trabalhou muito tempo no Manchester, do que numa cultura latina como a portuguesa, em que as pessoas não se fazem ouvir pela força da razão do argumento mas pelo volume do berro, em que as pessoas não sabem mover-se em espaços de liberdade e responsabilidade, são incapazes de comportamento auto-determinado e precisam de um ditador a controlar e a dar ordens.»
Aqui precisa de gritar para se fazer entender e precisa de intimidar para dizer o que é preciso fazer...
Carlos Queiroz esteve sempre debaixo de fogo, alvo de uma hostilidade que tem prejudicado o seu desempenho. Deixem o homem trabalhar e depois crucifiquem-no. Depois.
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Domingo, Junho 13, 2010
Extremo Este da ilha
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Meu olhar sobre a Índia (21)
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Sexta-feira, Junho 11, 2010
Questão que vem de longe
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Mesmo que se discorde do estilo, dos métodos, da estratégia e do modelo de desenvolvimento, Alberto João Jardim precisou de um braço-de-ferro para conseguir vantagens para a Madeira nos pós-25 de Abril de 1974, ante o centralismo endémico do Estado português. É uma evidência.
Mas chegar ao ponto de fazer contas daquilo que o poder central (Monarquia, a Ditadura e a República) "tiraram" à Madeira no passado parece exagerado, mas pode ser que constitua um bom argumento político...
«O objectivo desta avaliação do 'deve e haver' da Madeira, ao longo de mais de 500 anos, parece ser determinar quanto terá sido 'levado' pelo poder central, desde o início da colonização até os dias de hoje», diz o Diário de hoje. «Um argumento que poderia ser esgrimido numa nova disputa em torno das transferências do Estado para a Região.»
Agora imagine-se que o Brasil, Angola, Moçambique e outras ex-colónias portuguesas também decidiam fazer contas e exigir o retorno do que foi "levado" pelo Estado português...
Mesmo que se discorde do estilo, dos métodos, da estratégia e do modelo de desenvolvimento, Alberto João Jardim precisou de um braço-de-ferro para conseguir vantagens para a Madeira nos pós-25 de Abril de 1974, ante o centralismo endémico do Estado português. É uma evidência.
Mas chegar ao ponto de fazer contas daquilo que o poder central (Monarquia, a Ditadura e a República) "tiraram" à Madeira no passado parece exagerado, mas pode ser que constitua um bom argumento político...
«O objectivo desta avaliação do 'deve e haver' da Madeira, ao longo de mais de 500 anos, parece ser determinar quanto terá sido 'levado' pelo poder central, desde o início da colonização até os dias de hoje», diz o Diário de hoje. «Um argumento que poderia ser esgrimido numa nova disputa em torno das transferências do Estado para a Região.»
Agora imagine-se que o Brasil, Angola, Moçambique e outras ex-colónias portuguesas também decidiam fazer contas e exigir o retorno do que foi "levado" pelo Estado português...
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Madeira endémica
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Quinta-feira, Junho 10, 2010
Meu olhar sobre a Índia (20)
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Bonnie "Prince" Billy, para evitar idas à farmácia
Nos últimos tempos, tem tocado muito Bonnie "Prince" Billy, cá por casa, antes e depois do memorável concerto.
Mais em bonnieprincebilly.com
Mais em bonnieprincebilly.com
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Quarta-feira, Junho 09, 2010
Meu olhar sobre a Índia (19)
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Terça-feira, Junho 08, 2010
Meu olhar sobre a Índia (18)
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Castelo de São Jorge não iluminado
Castelo de São Jorge sob o ceú nublado, a partir dos Restauradores. Ver Castelo de São Jorge iluminado.
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Segunda-feira, Junho 07, 2010
Meu olhar sobre a Índia (17)
Instantâneo numa rua de Rishikesh. As manifestações de carinho e afecto, como pegar na mão da outra pessoa, não é exclusivo entre pessoas de sexo feminino, como na cultura ocidental.
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Domingo, Junho 06, 2010
Bonnie "Prince" Billy e companhia, um concerto especialíssimo
| Bonnie Prince Billy & The Cairo Gang & Susanna |
Um concerto muito especial, ontem, na sala da Sociedade de Geografia de Lisboa, mesmo ao lado do Coliseu, promovido pela Galeria Zé dos Bois. Com muito público. Aqui o rapaz ficou na primeira fila, para não perder pitada.
Bonnie "Prince" Billy, acompanhado por The Cairo Gang, na guitarra/voz, e ainda por Susanna no piano/voz, em promoção do recente disco The Wonder Show of the World, deu um concerto intimista e muito competente. Country-folk-rock-alternativo da mais fina água.
Se Bonnie já era um dos meus songwriters preferidos, passou a ser ainda mais. Genial. Fiquei a respeitá-lo de forma incondicional.
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Meu olhar sobre a Índia (16)
Edifício no Ashram Parmarth Niketan, em Rishikesh, para a prática do yoga.
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Sábado, Junho 05, 2010
Meu olhar sobre a Índia (15)
Macaco livre e pensativo nos jardins do Ashram Parmarth Niketan, em Rishikesh.
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Castelo de São Jorge iluminado
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Sexta-feira, Junho 04, 2010
Meu olhar sobre a Índia (14)
Cerimónia das velas, ao final da tarde, junto ao Ganges, em Rishikesh, em frente do Ashram Parmarth Niketan.
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Camané, esse senhor do fado
Camané, uma voz tremenda, no concerto no Museu do Fado, em Lisboa, 3 de Junho ao final da tarde, sob a luz fantástica de Lisboa.
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Blind Zero apresentam novo disco
Blind Zero, no showcase de apresentação do novo Luna Park, em Lisboa, depois de cinco anos sem editar um disco de originais. Grunge escapista para quem gosta deste estilo de música rock.
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Quinta-feira, Junho 03, 2010
Meu olhar sobre a Índia (13)
Venda de melancias e pepinos, na rua, para matar a sede sob o calor de Rishikesh, a rondar os 40 graus.
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Os amigos têm destas sabedorias
«"Os outros" são uma entidade demasiado exigente e ingrata para os estarmos sempre a servir.» LG
Os outros por vezes vampirizam-nos...
Os outros por vezes vampirizam-nos...
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Quarta-feira, Junho 02, 2010
Meu olhar sobre a Índia (12)
Peregrinos tomando refeição numa tenda montada no jardim do Ashram Parmarth Niketan, em Rishikesh.
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Terça-feira, Junho 01, 2010
Wolf Among Wolves por Bonnie Prince Billy
Wolf Among Wolves
She loves a soul,
That I've never been
A dog among dogs,
A man among men
And every day,
When I come home to her
She holds a phantom,
She kisses and she hughs him
And I am not
Averse to how she loves him
Why must I live and walk,
Unloved as what I am
Why can't I be loved as what I am
A wolf among wolves, and not as a man
Among men
She craves a home
That she can go in
A sheltered cave,
That I have never seen
Not in my life,
And not even in my dreams
Why can't I be loved as what I am
A wolf among wolves, and not as a man
Among men
[Bonnie Prince Billy]
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Meu olhar sobre a Índia (11)
Em Rishikesh, à beira do Ganges, em rituais de purificação. Nos anos 60 muitos hippies por lá passaram, incluindo bandas como os Beatles
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The Kursk por Matt Elliott
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