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Calcula-se que mais de seis milhões dos 10 milhões de portugueses dependam do Estado. Para Medina Carreira, isto impede literalmente que qualquer governo consiga alterar o que tem de ser alterado. Porque tem eleições para ganhar. No
Prós e Contras da RTP1, ontem, o economista afirmou que só quando aterrar na Portela os senhores do FMI, ou outra força impositiva exterior ao País, é que terá esperança que se opere alguma alteração significativa. Considera que sozinhos não conseguimos criar futuro. Estamos num impasse.
Tem sido uma voz incómoda e o politicamente correcto não tolera as vergastadas de realidade. Segundo o
Público, Mário Crespo diz que Medina Carreira foi referido como outro
"problema a solucionar".
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