O nosso sangue africano pode ajudar a explicar muita coisa.
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Talvez a latitude africana da Madeira ajude a compreender a «impunidade» que se vive por cá em termos de atentados ambientais, que «pode resvalar para situações daquelas que ontem o DIÁRIO [18.3.2009] relatou referentes ao apedrejamento de uma viatura da equipa de reportagem.»
"Estamos a falar de uma certa cumplicidade por não actuação", disse ao Diário Helder Spínola, presidente da associação ambientalista Quercus.
O presidente do Governo Regional ridiculariza notícias do saque ambiental na Ribeira do Faial e, sobre as agressões (apedrejamento de jornalistas), apoia-as com a conhecida máxima: "Deus não castiga com pau nem com pedra." Além disso afirmou que esse tipo de questões não "interessam para nada", e que o que o é noticiado é "caca" (Diário 19.03.2009).
Recorde-se:
Não é preciso ir ao Iraque
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